Cerveja no estádio
Muito boa esta propaganda da Budweiser veiculada nos Estados Unidos. Clique na imagem e confira.
Cultura de boteco. Histórias, notícias e bobagens do mais democrático dos espaços gastronômicos
17 de novembro de 2006
14 de novembro de 2006
A cerveja Ballantine
A marca não tem nada a ver com o bom e velho uísque Ballantine's, da destilaria aberta em 1827 por George Ballantine em Glasgow, na Escócia. Pouco conhecida por aqui, a cerveja Ballantine Ale foi uma das mais consumidas nos Estados Unidos até o final dos anos 1960. A bebida foi lançada em 1840 pelo imigrante escocês Peter Ballantine, que aparentemente não tinha nada a ver com o fomentador do 'Bala 12'.
Os três anúncios abaixo mostram um pouco de como a cerveja aparecia nas propagandas de revista. A velha bolacha de chope traz em evidência os três anéis de seu logotipo. Hoje, a marca perdeu força. Comercializada pela Pabst Brewing Compant, a cerveja é encontrada em lojas especializadas na costa leste americana.




A marca não tem nada a ver com o bom e velho uísque Ballantine's, da destilaria aberta em 1827 por George Ballantine em Glasgow, na Escócia. Pouco conhecida por aqui, a cerveja Ballantine Ale foi uma das mais consumidas nos Estados Unidos até o final dos anos 1960. A bebida foi lançada em 1840 pelo imigrante escocês Peter Ballantine, que aparentemente não tinha nada a ver com o fomentador do 'Bala 12'.
Os três anúncios abaixo mostram um pouco de como a cerveja aparecia nas propagandas de revista. A velha bolacha de chope traz em evidência os três anéis de seu logotipo. Hoje, a marca perdeu força. Comercializada pela Pabst Brewing Compant, a cerveja é encontrada em lojas especializadas na costa leste americana.




13 de novembro de 2006
Comida muito boa

A terceira edição do Boteco Bohemia terminou neste final de semana com a divulgação dos vencedores na Festa da Saideira, no Moinho de Santo Antonio. O evento é uma espécie de festa junina patrocinada pela Bohemia. Em vez de barraquinhas xumbregas, quiosques com comidinhas preparadas pelos melhores bares de São Paulo. Uma grande idéia - e um ótimo negócio para todo mundo.
O vencedor deste ano foi a Surpresa de Dona Idalina (berinjela recheada com carne moída, mussarela, tomate seco e manjericão), do Bar do Luiz Fernandes. É gostoso, mas siceramente nada espetacular. O boteco da ZN é bicampeão, pois no ano passado havia vencido o concurso com o seu maravilhoso bolinho de bacalhau.
Os outros dois premiados no quesito comida de boteco foram a lingüiça do titio ao forno, do Botequim Bar e Grill, e a coxinha catupiry, criação do Veloso em parceria com a cozinheira Sandra.
Menção honrosa para pelo menos outros três petiscos, que mereciam melhor sorte no concurso: a tapioca com carne-seca, do Bar Mocotó (Avenida Nossa Senhora do Loreto, 1100, Vila Medeiros); o canudinho de camarão, do Mascotinho (Rua Casemiro de Abreu, 482, Campo Belo), e a punheta de bacalhau azeitada, do Miradouro (Rua Apeninos, 883, Paraíso). Quem não foi à festa, vale a pena visitar cada um destes lugares para provar as comidinhas.

A terceira edição do Boteco Bohemia terminou neste final de semana com a divulgação dos vencedores na Festa da Saideira, no Moinho de Santo Antonio. O evento é uma espécie de festa junina patrocinada pela Bohemia. Em vez de barraquinhas xumbregas, quiosques com comidinhas preparadas pelos melhores bares de São Paulo. Uma grande idéia - e um ótimo negócio para todo mundo.
O vencedor deste ano foi a Surpresa de Dona Idalina (berinjela recheada com carne moída, mussarela, tomate seco e manjericão), do Bar do Luiz Fernandes. É gostoso, mas siceramente nada espetacular. O boteco da ZN é bicampeão, pois no ano passado havia vencido o concurso com o seu maravilhoso bolinho de bacalhau.
Os outros dois premiados no quesito comida de boteco foram a lingüiça do titio ao forno, do Botequim Bar e Grill, e a coxinha catupiry, criação do Veloso em parceria com a cozinheira Sandra.
Menção honrosa para pelo menos outros três petiscos, que mereciam melhor sorte no concurso: a tapioca com carne-seca, do Bar Mocotó (Avenida Nossa Senhora do Loreto, 1100, Vila Medeiros); o canudinho de camarão, do Mascotinho (Rua Casemiro de Abreu, 482, Campo Belo), e a punheta de bacalhau azeitada, do Miradouro (Rua Apeninos, 883, Paraíso). Quem não foi à festa, vale a pena visitar cada um destes lugares para provar as comidinhas.
9 de novembro de 2006
O clone da Guinness
Entre as novidades no atualmente disputadíssimo mercado brasileiro de cerveja está o lançamento do chope escuro Brahma Black, em outubro.
Servida em copo especial, de 400 mililitros, a bebida lembra na aparência a bicentenária cerveja irlandesa. A maior cremosidade da espuma é resultado de o líquido sair da chopeira com uma mistura de gás carbônico e nitrogênio.
As coincidências param por aí. Ao contrário da Guinness, uma maravilhosa stout de sabor marcante, o Brahma Black é um levinho lager escuro, para beber no verão. Alguns amigos encontraram no gosto levemente adocicado uma similaridade com a cerveja Malzibier. Nem tanto, nem tanto...
Entre as novidades no atualmente disputadíssimo mercado brasileiro de cerveja está o lançamento do chope escuro Brahma Black, em outubro.
Servida em copo especial, de 400 mililitros, a bebida lembra na aparência a bicentenária cerveja irlandesa. A maior cremosidade da espuma é resultado de o líquido sair da chopeira com uma mistura de gás carbônico e nitrogênio.
As coincidências param por aí. Ao contrário da Guinness, uma maravilhosa stout de sabor marcante, o Brahma Black é um levinho lager escuro, para beber no verão. Alguns amigos encontraram no gosto levemente adocicado uma similaridade com a cerveja Malzibier. Nem tanto, nem tanto...
24 de setembro de 2006
Os melhores de 2006 e um compromisso
Nada melhorar retomar o blog com breves comentários sobre os bares vencedores na votação da edição Comer e Beber 2006 de São Paulo, publicada pela Vejinha, e da qual eu sou um dos jurados.
Os premiados foram revelados numa festa bem bacana, realizada no espaço para eventos da Estação Julio Prestes. A felicidade de todos os vencedores, e de quase todos os indicados, mostra a importância deste prêmio para que eles mantenham a luta para a alegria de todo mundo que toma uma cervejinha.
Eis a lista dos campeões em cada categoria:
- Boteco: Frangó (lugar sensacional, embora eu de vez em quando relute em encaixá-lo na categoria boteco);
- Carta de Cachaças: Universidade da Cachaça (traz tudo do bom e de melhor da brasilidade etílica; vale mencionar a autenticidade do Terra Nova, barzinho bacana no pé da Serra da Cantareira que recebeu um único voto - o meu :-)) ;
- Chope: Original (é definitivamente o novo Léo);
- Fim de noite: Filial (pode aparecer por lá às 4 da manhã e pedir sem emdo um bife-arroz-feijão-fritas);
- Happy hour: Devassa (derrapa dos jurados; bonitinho, mas ordinário);
- Hotel: Skye (charmoso, mas é muito mais um restaurante);
- Música ao vivo: Grazie a Dio! (após uma fase muito instável, voltou ao auge. Sua segunda é a melhor da cidade);
- Para dançar: CB Bar (galera descolada que curte rock; pode ficar com fome que, diferente da maior parte das casas do gênero, prepara um bom rango);
- Para ir a dois: Baretto (fora do meu orçamento, mas referendado pela grife Fasano);
- Para Paquerar: Vacavéia (o melhor boteco da nova geração);
- Pub: All Black (os donos tentam fazer outro melhor mas não conseguem; é muito bom em ambiente e comida);
- Barman do ano: Souza, do Veloso (Sua caipirinha é imbatível. Cachaça, limão e açúcar sempre na medida certo, mesmo quando o bar está lotado).
Deixei por último o compromisso: que este blog seja atualizado todas as semanas, com notícias, opiniões e histórias curiosas sobre bares. É o embrião da revista bares e futilidades.
Nada melhorar retomar o blog com breves comentários sobre os bares vencedores na votação da edição Comer e Beber 2006 de São Paulo, publicada pela Vejinha, e da qual eu sou um dos jurados.
Os premiados foram revelados numa festa bem bacana, realizada no espaço para eventos da Estação Julio Prestes. A felicidade de todos os vencedores, e de quase todos os indicados, mostra a importância deste prêmio para que eles mantenham a luta para a alegria de todo mundo que toma uma cervejinha.
Eis a lista dos campeões em cada categoria:
- Boteco: Frangó (lugar sensacional, embora eu de vez em quando relute em encaixá-lo na categoria boteco);
- Carta de Cachaças: Universidade da Cachaça (traz tudo do bom e de melhor da brasilidade etílica; vale mencionar a autenticidade do Terra Nova, barzinho bacana no pé da Serra da Cantareira que recebeu um único voto - o meu :-)) ;
- Chope: Original (é definitivamente o novo Léo);
- Fim de noite: Filial (pode aparecer por lá às 4 da manhã e pedir sem emdo um bife-arroz-feijão-fritas);
- Happy hour: Devassa (derrapa dos jurados; bonitinho, mas ordinário);
- Hotel: Skye (charmoso, mas é muito mais um restaurante);
- Música ao vivo: Grazie a Dio! (após uma fase muito instável, voltou ao auge. Sua segunda é a melhor da cidade);
- Para dançar: CB Bar (galera descolada que curte rock; pode ficar com fome que, diferente da maior parte das casas do gênero, prepara um bom rango);
- Para ir a dois: Baretto (fora do meu orçamento, mas referendado pela grife Fasano);
- Para Paquerar: Vacavéia (o melhor boteco da nova geração);
- Pub: All Black (os donos tentam fazer outro melhor mas não conseguem; é muito bom em ambiente e comida);
- Barman do ano: Souza, do Veloso (Sua caipirinha é imbatível. Cachaça, limão e açúcar sempre na medida certo, mesmo quando o bar está lotado).
Deixei por último o compromisso: que este blog seja atualizado todas as semanas, com notícias, opiniões e histórias curiosas sobre bares. É o embrião da revista bares e futilidades.
5 de maio de 2006
Para ninguém perder a hora

O Bar do Magrão (Rua Agostinho Gomes, 2988, (11) 6161-6649) é um daqueles botecos que guardam a autenticidade em seu DNA. O Magrão, o caricaturado acima é ele, fez tudo do seu jeito, sem contar com a ajuda financeira de nenhuma daquelas cervejarias multinacionais que tentam impor seu estilo. O cardápio tem dezenas de cervejas, muitas delas importadas, e uma excelente batida de amendoim, receita de família. A inusitada decoração tem espaço até para uma múmia pendurada no lustre ao lado de caixa da cerveja belga Deus, aquela que custa os olhos da cara. Repare as mais de duas dezenas de relógios nas paredes, a maioria presente de amigos. Não importa a hora, todos marcam pontualmente 16h45: o horário de abertura do bar. A sensação é que a noite sempre é uma criança.

O Bar do Magrão (Rua Agostinho Gomes, 2988, (11) 6161-6649) é um daqueles botecos que guardam a autenticidade em seu DNA. O Magrão, o caricaturado acima é ele, fez tudo do seu jeito, sem contar com a ajuda financeira de nenhuma daquelas cervejarias multinacionais que tentam impor seu estilo. O cardápio tem dezenas de cervejas, muitas delas importadas, e uma excelente batida de amendoim, receita de família. A inusitada decoração tem espaço até para uma múmia pendurada no lustre ao lado de caixa da cerveja belga Deus, aquela que custa os olhos da cara. Repare as mais de duas dezenas de relógios nas paredes, a maioria presente de amigos. Não importa a hora, todos marcam pontualmente 16h45: o horário de abertura do bar. A sensação é que a noite sempre é uma criança.
7 de abril de 2006
Batida para levantar defunto
A Casa da Mortadela fica próximo da esquina das avenidas Ipiranga e São João, no centrão de São Paulo. Meio boteco, meio casa de lanches, o lugar é bárbaro. Suas especialidades são os sandubas de mortadela (bem melhor que o do Mercadão) e o de lingüiça de lombo. Cervejinhas, apenas long neck. Talvez seja um dos poucos endereços da cidade que prepare a batida de cerveja preta Caracu com ovo, aveia, amendoim e pó de guaraná. O, digamos assim, revitalizador moral custa 4 reais e serve dois copos grandes. O atendimento é cordial e as caixinhas são agradecidas por uma batida do sino ao lado do chapeiro.
A Casa da Mortadela fica próximo da esquina das avenidas Ipiranga e São João, no centrão de São Paulo. Meio boteco, meio casa de lanches, o lugar é bárbaro. Suas especialidades são os sandubas de mortadela (bem melhor que o do Mercadão) e o de lingüiça de lombo. Cervejinhas, apenas long neck. Talvez seja um dos poucos endereços da cidade que prepare a batida de cerveja preta Caracu com ovo, aveia, amendoim e pó de guaraná. O, digamos assim, revitalizador moral custa 4 reais e serve dois copos grandes. O atendimento é cordial e as caixinhas são agradecidas por uma batida do sino ao lado do chapeiro.
5 de abril de 2006
O Vovô garante
A dica é de um amigo pinguço, craque em boteco, infeliz no futebol. O boteco Vovô Kiko (Avenida Álvaro Machado Pedrosa, 476, Tucuruvi, (11) 6981-6114) fica no topo de uma elevação da Avenida Luiz Dumont Villares, perto do Metrô Parada Inglesa. Mesas na calçada, varanda coberta, um clima praiano, tocado com louvor pelo Seu Francisco, conhecido nas internas como Vovô Kiko. Ayres, o amigo, dá as coordenadas: "A especialidade da casa são as porpetas de carnes com molho de cebolas e alho no vinho branco. As porpetas são crocantes por fora e um pouco mal-passadas por dentro. A combinação é deliciosa. Bolinhos tradicionais como bacalhau e mandioca com carne seca também valem a visita. Os preços são honestíssimos e as cervejas de garrafa".
A dica é de um amigo pinguço, craque em boteco, infeliz no futebol. O boteco Vovô Kiko (Avenida Álvaro Machado Pedrosa, 476, Tucuruvi, (11) 6981-6114) fica no topo de uma elevação da Avenida Luiz Dumont Villares, perto do Metrô Parada Inglesa. Mesas na calçada, varanda coberta, um clima praiano, tocado com louvor pelo Seu Francisco, conhecido nas internas como Vovô Kiko. Ayres, o amigo, dá as coordenadas: "A especialidade da casa são as porpetas de carnes com molho de cebolas e alho no vinho branco. As porpetas são crocantes por fora e um pouco mal-passadas por dentro. A combinação é deliciosa. Bolinhos tradicionais como bacalhau e mandioca com carne seca também valem a visita. Os preços são honestíssimos e as cervejas de garrafa".
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