23 de abril de 2008

Bares gráficos

Três exemplos de belos posterês de casas noturnas do início século XX. Boa idéia para algum boteco mais chique resgatar para vender seu peixe.







15 de abril de 2008

Estômago saciado



Quem gosta de coisinhas gostosas para comer tem de assistir o filme Estômago, que estreou na semana passada. O protagonista é um paraibano com mão boa para cozinha. Seu talento transformou a coxinha de um boteco no centrão de São Paulo, rendeu o convite para trabalhar em um restaurante italiano e proporcionou um monte de privilégios na cadeia. Veja dois trailers da fita.



14 de abril de 2008

Não se perca nas bebedeiras - nem nas desculpas



A cada volta, eu tenho de pedir desculpas aos leitores. Volto a atualizar o blog após um verão e alguns dias de ausência. A intenção, como sempre, é manter o empenho, pelo menos a cada dois ou três dias sempre com novidades etílicas e dos bares da vida.

Recomeço com um link que pesquei na web com uma loooooooooooooooooooonga relação de plaquinhas de banheiros em restaurantes e botecos de diversos lugares do mundo. É um manual para ninguém entrar sem querer no banheiro do sexo oposto -- só querendo!! :-) Vai lá: http://toiletsigns.blogspot.com/

10 de dezembro de 2007

Nada de espetinhos, por favor



O Dita Cabrita é um daqueles lugares ótimos para ir numa noite quente. A maior parte de suas mesas fica em um espaço ao ar livre, decorado com árvores frutíferas, plantes e flores. O bar está localizado na Pompéia (Rua Barão do Bananal, 961), em São Paulo.

De quebra, tem coisinhas gostosas para comer. É a própria dona do lugar, a Benedita Mazzari Pereira de Souza, a Dita Cabrita, quem criou os bolinhos que levam o nome do bar: crocantes e sequinhos por fora, massa cremosa à base de polenta e recheio de carne de cabrito por dentro. Tem ainda bobó de camarão, casquinha de siri e uma porção de miniacarajés.

São todos tão gostosos que não dá para entender quem prefere os malditos espetinhos, que parecem se espalhar por São Paulo como praga, alcançando até os locais mais charmosos.

7 de dezembro de 2007

Cerva-mate

Embora tenha fechado seus megabares em São Paulo e Rio há bastante tempo, a microcervejaria Dado Bier continua sucesso absoluto no Sul. Seu maior negócio atualmente é produzir cerveja premium, que tem distribuição nacional.

O novo lançamento da marca certamente entra em qualquer lista das bebidas mais inusitadas do Brasil. De baixa fermentação, altor teor alcoólico (7%), a Dado Bier Ilex tem entre seus ingredientes a erva-mate típica dos gaúchos.

A novidade tem tudo para unir os torcedores de Grêmio e Internacional. O argumento do material distríbuido para a imprena dá o tom do marketing da marca: "Assim como a cerveja, o chimarrão se bebe em parceria, em uma roda de amigos".

A bebida chegará ao mercado nacional em garrafas de lon neck. Quer presentear um amigo? Compre o kit acompanhado de um copo definitivamente único, em forma de cuia e com uma base feita de couro.

1 de dezembro de 2007

No tempo da boemia

O cantor Nélson Gonçalves era o principal porta-voz de canções com referência à noite entre os anos 40 e 60 do século XX. Apesar do tom dramática, o bolero "Hoje quem paga sou eu" mostra o bar como ponto de encontro de gente que sofreu por amor.

A letra (sensacional) é de um dos grandes repórteres da revista O Cruzeiro, David Nasser, com música de Herivelto Martins. Leia a poesia abaixo e ouça a interpretação do boêmio, no Rádio UOL

Antigamente, nos meus tempos de ventura,
Quando eu voltava do trabalho para o lar,
Deste bar alguém gritava com ironia
"Entre, mano, o fulano vai pagar".
Havia sempre alguém pagando um trago,
Pelo simples direito de falar.
Havia sempre uma tragédia entre dois copos,
Nas gargalhadas de um infeliz a soluçar.
Eu sabia que era um estranho neste meio
Um estrangeiro na fronteira deste bar,
Mas bebia, outro pagava, e eu partia
Para o mundo abençoado do meu lar.

Hoje, faço deste bar a sucursal
do meu lar que atualmente não existe.
Tenho minha história pra contar,
Uma história que é igual, amarga e triste.
Sou apenas uma sombra que mergulha,
Num oceano de bebida, o seu passado.
Faço parte dessa estranha confraria
Do conhaque, do vermute e do traçado.
Mas se passa pela rua algum amigo,
Em cuja porta a desgraça não bateu,
Grito que entre, e neste bar beba comigo,
Hoje quem paga sou eu.

30 de novembro de 2007

Garoto propaganda

Quem disse que política não vende cerveja? Pelo menos duas marcas já utilizaram a imagem do presidente cubano, Fidel Castro, em propagandas na TV americana para tentar aumentar suas vendas:

- A Stroh's Light utilizou um discurso do camarada insular para mostrar sua versatilidade etílica.

- Com sede na Flórida, a cerveza La Tropical aproveitou a queda de Fidel durante uma cerimônia em 2004 para manisfestar um desejo da comunidade cubana exilada nos States. Curiosidade: A La Tropical se apresenta como a primeira cerveja cubana - foi criada em Havana em 1888. E faz questão de frisar no rótulo: in exile since 1960.

Veja os vídeos



27 de novembro de 2007

Bom para malária

Beber uma dose quinquina era um programa chique na Paris na primeira metade do século XX. O grande barato da bebidinha era incluir em sua composição uma erva com o mesmo princípio ativo do quinino, um remédio para a malária.

Naquele tempo, degustar um cálice das versões rouge ou blanc exigia um estilo de vida todo especial, como mostra a bela coleção de artes gráficas abaixo, produzida entre 1933 e 1935.

Criada em 1830, a quinquina St Raphaël (18º de teor alcoólico) segue à venda em dezenas de países do mundo, inclusive no Brasil, só que com o nome de aperitivo. Custa mais ou menos R$ 20 a garrafa de 750 mililitros.











19 de novembro de 2007

Quando surge o alviverde imponente



Os palmeirenses que freqüentam o Parque Antartica certamente já sabem da novidade: o Bar do Elias vai reabrir em 4 de dezembro, o time classificando-se ou não para a Libertadores de 2008. Originalmente localizada na Cayowaá, o boteco foi ponto de encontro dos palestrinos fanáticos durante boa parte nos anos 80 e 90. Quando o jogo era fora, suas poucas mesas eram a arquibancada.

Do cardápio enxuto daquele tempo, a grande pedida era o excelente carpaccio, sempre preparado na hora. Seu tempero combinava um molho com ervas italianas, alcaparras espanholas e parmesão ralado. As cervejinhas long neck eram trazidas à mesa em charmosos baldes de gelo.

Uma sociedade mal explicada com o técnico Vanderlei Luxemburgo no finalzinho dos anos 90 fez o lugar perder boa parte do chame. Agora, os herdeiros lançam mão da segunda tentativa de levar o Bar do Elias ao panteão dos grandes bares da cidade. Com uma fachada que traz referências ao bar original, a versão 2007 fica na Rua Caraíbas, 224, a duas quadras da Sociedade Esportiva.

16 de novembro de 2007

Quanto desperdício!



O que faz este maluco com um monte de copos do chope alemão Hofbräu, de Munique, em suas mãos? Garçom de um pub de Sydney, pelo menos é o que informa o UOL Tablóide, o camarada quer garantir um lugar no livro dos recordes como a pessoa que carrega o maior número de canecas cheias de breja por 40 metros.

Se quiser fazer o teste, a caneca utiliza no desafio pode ser comprada no site oficial da bier